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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Aquecimento global...


Recebi este alerta de um amigo por e-mail...

"Nunca dei multa bola para esse negócio de 'aquecimento global'. Sempre achei coisa dos 'ecochatos'. Mas agora a coisa tá ficando séria! As notícias falavam que focas, pingüins e ursos polares morreriam, florestas se transformariam em desertos, os pólos derreteriam, o cli
ma de todo mundo mudaria. Achei que tudo ainda estava sob controle. Mas depois de ler essa notícia eu comecei a ficar desesperado. Vamos lá pessoal! Vamos andar a pé e de bicicleta, vamos reciclar o lixo, vamos evitar o desmatamento!!! Façam sua parte!!!"

...É, o mundo está muito esquisito!



quinta-feira, 6 de março de 2008

Poema da cerveja

Bebo cerveja porque faz calor.
Porque a noite é curta
e o dia interminável.
Prefiro o prazer à dor:
bebo cerveja, e não cicuta,
porque me é muito agradável.

Bebo cerveja com gosto,
vontade e sofreguidão.
Bebo cerveja disposto
a beber até um galão.

Bebo cerveja, não diga
que beber não me faz bem,
embriaga e dá barriga.
Bebo água, às vezes pinga,
mas bebo cerveja também.

Bebo cerveja sedento
como quem fica juntando
os mil pedaços do tempo.
Bebo cerveja sentado,
bebo cerveja em silêncio.

Bebo cerveja falando.
Se me enrolo com as palavras,
isso é só de vez em quando.

Bebo cerveja e não quero
me render à embriaguez.
Para ser bem sincero,
bebo uma de cada vez.

Beber cerveja é uma sina
que machuca e escraviza.
Muita vez a Neosaldina
é tudo que a gente precisa.

Beber cerveja é sentir-se
qual um mendigo rei
que dorme no precipício
de mais uma Quinta Sem-Lei.

Cerveja é bebida amarga,
gelada e inebriante.
Um dia, sem a cerveja,
sei que vou seguir adiante.

Autor desconhecido