sábado, 26 de setembro de 2009

Ao órgão responsável - Fernanda Young

"Caro Pênis
Tenho notado você olhando torto para mim. Às vezes, basta eu chegar e você se levanta. Por acaso, você tem algum problema pendente comigo?
O fato de nós estarmos em lados opostos não nos faz inimigos. Ao contrário, guardo um espaço especial para você, dentro de mim, e seria ótimo se pudéssemos nos unir em prol de algumas novas conquistas. Os atritos, como em qualquer relação, são normais e bem-vindos.
Você me acusa de ser difícil, mas não conheço personalidade mais instável que a sua. Quando eu quero conversar, você se recolhe. Quando canso de tentar, você se anima. Quando finalmente penso entender aonde você quer chegar, você se coloca numa posição diferente.
Sei que a vida talvez lhe pareça mais dura, já que é de você que são cobrados rendimento e desempenho. Mas o mundo não gira em torno da sua existência como você pensa. Diria até que, nas horas mais tensas, você sempre dá um jeito de ficar de fora. Até no momento em que sua participação se faz mais necessária, a continuidade da espécie, você se limita a entrar com metade da matéria-prima e deixa o resto para lá.
Dizem que eu tenho inveja de você - mas inveja de quê, afinal? Você, desculpe, está longe de ser bonito. Trabalha num ramo de atividade sem o mínimo charme: a remoção de detritos. Mora num lugar abafado, onde o sol nunca bate. Freqüenta locais escusos, de reputação duvidosa, em busca de um tipo de divertimento que já se encontra à mão, em sua própria casa. E aquele seu melhor amigo, convenhamos, é um saco.
Mesmo assim, quero frisar, tenho por você imensa consideração e simpatia. Mais que isso - sempre busquei a sua aprovação de alguma forma, atrás de sinais de que estaria lhe agradando. Você, por sua vez, nem sequer disfarça seu completo egocentrismo. Fazendo-se de sonso e sumindo após satisfazer as suas necessidades.
Você se diz sensível, porém jamais se preocupa com o que o outro está sentindo. Quer apenas ocupar o seu espaço e atingir as suas mesmas velhas metas de crescimento. Deveria tentar aumentar suas expectativas, ampliar seus horizontes, investir na sua cultura. Qual foi a última vez que você viu um filme decente?
Sei que dificilmente vou conseguir abalar sua enorme auto-estima, mas, sob o meu ponto de vista, você não passa de um solitário, perdido em sonhos impossíveis e cercado por uma situação bastante enrolada. Acha-se o máximo, superextrovertido e revela-se um bobo alegre com pinta de seboso. Um cabisbaixo baixinho carente, o tempo todo em busca de qualquer carinho.
Disponho-me a ajudá-lo, colega, caso você reconheça seus defeitos e fraquezas. Posso até te indicar um bom analista. Somente recuso-me a continuar a ser cúmplice na perpetuação de um equívoco.
Você não é melhor que ninguém, temos o mesmo tamanho nesta história - de fato, se você cabe em mim, sou necessariamente maior do que você."

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Lipo


Cirurgia de lipoaspiração? 
Herbert Vianna

Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração?
Uma coisa é saúde outra é obsessão.
O mundo pirou, enlouqueceu.
Hoje, Deus é a auto-imagem.
Religião é dieta.
Fé, só na estética.
Ritual é malhação.

Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem.
Gordura é pecado mortal.
Ruga é contravenção.
Roubar pode, envelhecer não.
Estria é caso de polícia.
Celulite é falta de educação.
Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?

A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem.
Imagem, estética, medidas, beleza.
Nada mais importa.
Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.
Não importa o outro, o coletivo.
Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política.
Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.

Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar correr, viver muito, ter uma aparência legal mas...
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados aos vinte anos não é natural.
Não é, não pode ser.
Que as pessoas discutam o assunto.
Que alguém acorde.
Que o mundo mude.
Que eu me acalme.
Que o amor sobreviva. 



" Cuide bem do seu amor, seja ele quem for "




quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Buquê de casamento para homens

Sei que não é bom generalizar as coisas, mas o vídeo merece essa postagem - uma imagem vale mais que um milhão de palavras.




video

Simplicidade feminina-Danuza Leão

Voltando a reprodução de textos de mulheres que não são do blog, aqui está uma sugestão de uma bananete:


"Os homens não entendem as mulheres. Por que será? Elas são seres simples, e basta prestar um pouquinho de atenção para saber o que passa em suas mentes. Mas, como elas não costumam dizer o que sentem, e eles não costumam perguntar, permanece a incompreensão. Para começar, uma mulher precisa, acima de tudo, se sentir desejada o tempo todo. Nada lhe agrada mais do que entrar num restaurante e sentir que todos olham para ela. Mulher sente isso no ar, e tem mais: não é necessário que seja um homem ao qual ela dedicaria ao menos um minuto de seus pensamentos. Se uma mulher receber o galanteio de um feirante - não que eles sejam os reis da sutileza ou, aliás, por isso mesmo -, se acha o máximo. E existem algumas que, quando estão com o moral baixo, vão dar uma volta no centro comercial da cidade, onde os homens são mais sensíveis ao charme feminino. Bem mais, seguramente, do que nos desfiles de moda.A obrigação de um homem é desejar a mulher que está com ele. Uma amiga me contou que se encontrou com um conhecido num avião e logo depois da decolagem ele perguntou, à quei ma-roupa, se ela queria transar com ele. Ela - no mínimo pelo inesperado da pergunta - nem soube o que responder. Concluiu o cavalheiro: "Bem, eu já fi z minha obrigação, então não se fala mais nisso''. Um gênio, convenhamos.Uma das coisas que os homens não sabem, e jamais saberão, é como agir depois da primeira transa. Vamos supor que tenha sido na casa dele. Quando ela acorda e abre os olhos, a primeira coisa em que pensa é: "Ai, meu Deus, e agora?" Levanta-se na ponta dos pés, recolhe os sapatos, a bolsa, as meias, esquece os brincos, claro, e sai de mansinho para que ele não acorde. Nessa hora só quer chegar em casa.Depois de tomar um banho, a cabeça começa a clarear e ela não sabe se muda de cidade, só para não encontrá-lo. O telefone fica na secretária de medo que seja ele - Deus a livre. A noite chega e ela começa a ficar nervosa. Não quer vê-lo nunca mais, mas ele tinha obrigação de ligar. Mas nada. Ah, que ódio. Ela tenta justificar. Afinal, saiu sem nem deixar um bilhete. Mas, bem lá no fundo, ela não entende como, depois de tudo o que aconteceu, ele não entra porta adentro dizendo: "Eu tinha que te ver".Pelo sim, pelo não, põe um jeans, uma camiseta e faz um rabo-de-cavalo para bancar a simplesinha se ele aparecer. Mas nada. A coisa começa a ficar preta. A não ser que ele tenha sofrido um infarto, nada explica esse silêncio. Se ele não der uma demonstração rápida de que aquela ficará como a noite mais inesquecível de sua vida, por mais moderna e liberada que ela seja, vai odiar es se homem como só uma mulher é capaz. Ao mesmo tempo, daria tudo na vida para que ele telefonasse. Afi nal, charmoso ele é. Mas, como seu prazo emocional está no limite, se ele ligar vai tratá-lo como se trata um cachorro. Elas são assim. Mas vocês, homens, ainda não aprenderam? Custa ligar? Nem que seja para dizer que ela esqueceu os brincos?"

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Case-se com seu terceiro namorado/a?


Recebi este artigo publicado em um blog na minha caixa de e-mail. Nem sei como chegou na minha caixa de mensagens, mas achei interessante publicar isso aqui. O artigo foi escrito por Stephen Kanitz e, em suma, utiliza estatísticas para corroborar a idéia de que existe uma grande possibilidade de você, querida amiga, se casar com seu terceiro ou terceira namorada. Será que é isso mesmo?


Dando a real, escreve:



  • "Você nunca poderá namorar todo mundo do mundo, antes de decidir, e portanto o 100% ou 99% normalmente é uma meta impossível. Além do mais é neste grupo que se encontram a Cameron Diaz e George Clooneys. Portanto diz a teoria, case-se com sua terceira namorada. Até porque não tem algo muito melhor dando sopa por aí."


  • "Depois da terceira escolha, as chances de você piorar sua situação é grande, porque elas e eles não ficam dando sopa eternamente e seu universo poderá começar a diminuir à medida que todos forem se casando. As chances de você ficar com nenhuma esposa ou marido são maiores do que continuar à sua procura."

Leia o artigo. Muito interessante!












Depois de lê-lo, lembrei-me de um filme onde uma mulher bota na cabeça que o verdadeiro amor da vida dela será o seu sétimo namorado. Loucura, loucura. Mas bom que ela se divertiu e acabou se casando e vivendo feliz para sempre com o gostosão número 6. Não sei se a idéia de um número de namorados é interessante e plausível. Estatisticamente, pra não ficar a ver navios, seria o terceiro. Viver na esbórnia e se casar com o 143º namorado ou namorada, também é possível - mas arriscado. Mas será que existe fórmula? Acho que não. Mesmo sabendo que não existe príncipe ou princesa perfeitos, aos trinta anos de idade continuo procurando e, quando não dá certo mesmo, bola pra frente - morrer de amor é pura ficção.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Vamos deixar de lero lero, vem pra cá que eu também quero

Toda vez é a mesma coisa: você fica com alguém e o dia seguinte é um tormento!!!
Tenho amigas que preferem pegar o telefone do cara e não dar o delas e manter a bola no próprio campo. Eu não consigo isso, não dá. Eu fico na minha, esperando o sacar do celular do bolso e, aí sim, tiro o aparelho da mão do rapaz em questão e digito eu mesma o número. E boto o meu nome. E salvo. Não, não precisa ligar de volta na hora porque eu vou passar a ter o número dele e não, eu não sou a primeira a ligar. E, caso a pessoa tenha dado o número errado de propósito, imagine o vexame! Melhor descobrir no dia seguinte. Será?
Por que que tem que ser assim? Porque dar o número errado se seria mais fácil falar logo: “olha, não rola, tá? Não precisa pegar meu número porque se hoje você não me conveceu, não vai ser por telefone, né mesmo?” E a pessoa poderia entender, afinal todos já estivemos nos dois lados... E pronto, bola pra frente.
Mas e quando a coisa rola perfeita, tudo encaixadinho, tudo muito divertido, a música é boa, os amigos super simpáticos e os dois ficaram a fim. Já podíamos passar logo pro: “Aqui, papel e caneta. Bota aí nome completo, celular email e Orkut. E agora? Na minha casa ou na sua? Bora dormir de conchinha?” E outro só faria cara de “ouhhmnnn, ti fofu” e seriam felizes e descomplicados para sempre.
Mas não... Não pode ser tão simples... O cara pega o seu número e deixa pra ligar às 8 horas da noite de domingo quando, ou você já está de pijama vendo vídeo-cassetada ou já arranjou outro esquema. E quando liga não podia ser assim: ”Olha, to te querendo, entendeu? É lógico já que estou ligando, né? Tô indo praí”. Que nada!!! É cheio de códigos e silêncios constrangedores. “Ah, to ligando só pra dar um oi...” Um oi? Um OI, meu querido??? Tanta outra coisa pra você me dar e você me dá oi? E você responde, sem graça: “Ah, então tá... A gente se fala”. Se FALA? A gente se beija, fia, helloooouu! E pronto, desligam. Aí começa um novo tormento... Até um dos dois tomar coragem novamente, enquanto o outro rói todas as unhas e fica repetindo na cabeça tudo que falou pra tentar lembrar que besteira soltou pro outro não ter ligado até agora.
Fala sério! Citando Odorico Paraguaçu, vamos pôr de lado os entretantos e partir para os finalmentes. Podíamos ser mais sinceros e não ligar quando não quisesse e ligar quando tivesse vontade, por que não? Afinal, em algum momento alguém que a gente não era tão afim ficou correndo atrás da gente e, sendo sincera, foi gostoso. E quando a gente corre atrás, a adrenalina da dúvida também é tudo de bom. Então, vamos pegar todos os números quando for bom e ligar sempre, quem sabe não rola de dormir de conchinha ainda esta noite?

domingo, 13 de setembro de 2009

Guetos

Poir é que gueto social existe. Inevitável. Realidade contemporânea - e hitórica. Todo mundo tem amigos divididos por grupos: galera da faculdade, galera do colegial, galera da sinuca, galera gay, galera pinguça, galera de acampamento e por aí vai. Quando se trata de sair a noite geralmente temos que escolher em que gueto vamos nos divertir - claro que diversão é garantida quando se trata da companhia de amigos. Mas às vezes isso enche o saco, sabia? Poir quando se trata de você querer sair com suas amigas para a balada sendo que a balada e hétero mas você é gay. Complicada a situação - porque hoje em dia existe sim a segregação social relacionada a opção da sexualidade de cada um. Consequência disso tudo: a solteirice volta e meia te faz optar para aquela balada onde você tem maior chance de paquerar - afinal, ninguém é de ferro a ponto de simplesmente sair sempre para aproveitar a pista de dança. Flertar é preciso!

Particularmente eu não tenho problemas em participar de baladas direcionadas a públicos cuja escolha sexual seja x, y ou z. Mas nem todo mundo é assim e chegamos ao ponto onde muitas vezes deixamos de aproveitar a companhia de alguns amigos em detrimento da nossa necessidade de paquerar na noite. Seria bem mais fácil se não houvesse lugares específicos onde se pode beijar uma menina ou não - a homossexualidade incomoda muita gente e quem tem bom senso respeita os ditos sociais da atualidade.

Claro que existem lugares onde a sexualidade não importa, as diferenças muito menos. Seria ideal se todo lugar fosse assim. Na verdade seria ideal se a sexualidade de cada um não interferisse tanto na vida das pessoas a ponto de ditar como se deve agir em cada segundo da vida. Esse é um assunto que ainda é tratado como tabu e assim será por um longo período de tempo. Até lá acho que teremos que nos dividir em grupos ainda e respeitar as diferenças nossas dos nossos amigos que amamos, mesmo que ainda tenhamos que passar por situações do tipo: "Oi, meu nome é A., sou gay e essa é minha melhor amiga, M., que é hétero".



quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Armário Feminino

É difícil começar um assunto como este, tão delicado, pois se trata primordialmente da sexualidade feminina. É um tema complexo e, portanto, muita gente pode ter a tendência em julgar o Blog Batida de Banana - mas leia, interprete e reflita primeiro sobre informações aqui compartilhadas antes de pensar que se trata de um assunto "off topic".

Muitas mulheres, algum dia na vida, se deparam sobre questões relacionadas a sua própria sexualidade. Um coração partido trilhões de vezes pode desencadear a desilusão (ou ilusão) de que não há luz no fim do túnel para seus planos de romance com final feliz. E muitas vezes bate uma insegurança quanto sua "escolha", especialmente diante de uma sociedade onde se subjuga que todos devem "optar" pela heterossexualudade - é o sonho da família ver sua filha querida subindo ao altar, comprando sua primeira casa e cuidando dos seus filhos e marido. Mas nem sempre é essa a realidade. A dúvida quanto a sexualidade é enorme, especialmente entre mulheres, e hoje em dia cada vez mais cedo as mulheres, ainda adolescentes, começam a se questionar a respeito desse tema.

Segundo um estudo psicológico realizado pela Universidade de Utah (EUA), publicado em janeiro de 2008, a bissexualidade feminina não é apenas uma fase de transição ou indecisão, mas sim uma orientação sexual específica. De acordo com a pesquisadora do estudo, Lisa Diamond, duas em cada três mulheres entrevistadas em seu estudo tinham mudado sua preferência sexual pelo menos uma vez. Em seu livro "Sexual Fluidity - Understanding Women's Love and Desire" (ainda não disponível em português), concluiu que a diferença entre lesbianismo e bissexualidade é mais um assunto de grau do que de substância, embora reconheça a dificuldade de definir o próprio conceito de bissexualidade, já que não sabe se se deve conceituá-la como instância passageira de atração por uma pessoa do mesmo sexo ou como atração regular, forte e sustentada por pessoas dos dois sexos.

Ainda neste livro, a autora recorre a Escala de Kindsey para corroborar a ideia de "fluidez" da sexualidade feminina. "A Escala de Kinsey tenta descrever o comportamento sexual de uma pessoa ao longo do tempo e em seus episódios num determinado momento. Ela usa uma escala iniciando em 0, com o significado de um comportamento exclusivamente heterossexual, e terminando em 6, para comportamentos exclusivamente homossexuais".



"Homens não são representados através de duas populações discretas, heterossexual e homossexual. O mundo não é subdividido em carneiros e cabras. É um fundamento da taxonomia que a natureza raramente pode ser tratada em categorias discretas. O mundo em que vivemos é contínuo em todos e em cada um dos aspectos. Quando enfatiza-se a continuidade das graduações entre os heterossexuais e homossexuais exclusivos ao longo da história, parece ser desejável desenvolver uma gama de classificações que podem ser amparadas em quantidades relativas de experiências e respostas heterossexuais e homossexuais em cada caso... Um indivíduo pode ser associado numa posição da escala em cada período de sua vida. Uma escala de sete categorias aproxima-se de representar as várias graduações que existem atualmente" (Kinsey, et al. (1948). pp. 639, 656).


Esta entrada no Blog Batida de Banana não sugere, de modo algum, que todos os seres humanos sejam por natureza bissexuais e que sempre flutuam, quanto a sua sexualidade, entre extremos homo e hétero. Também não queremos minimizar ou menosprezar políticas relacionadas a comunidade LGBT. E muito menos existe aqui a idéia de rotular a sexualidade das pessoas - o intuito dessa entrada é simplesmente abrir uma brecha para a discussão da nossa sexualidade (feminina). Aqui neste blog gostamos de discutir, trocar ideias, informar, rir e contar histórias sem julgar os outros, senão a nós mesmas. Afinal, este é um assunto que não podemos evitar nem negligenciar - não se tapa o sol com a peneira.

Perguntinha: Se você quisesse se rotular (por um segundo) em uma das categorias do Dr. Kinsey, qual seria seu resultado na escala? (não importa se você já beijou ou não uma mulher... pense em você, nas suas vontades, interesses e atrações para responder essa pergunta - se quiser!)